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Fim da Segunda Grande Guerra do Tintol

    Finalmente terminou este conflito armado e desarmado entre as forças militares de Casco de Rolha e seus aliados contra a aliança de Vilha Velha da Moina. A Segunda Grande Guerra do Tintol terminou mal Casco de Rolha "armandou" dois farpões atómicos sobre as tropas de Vilha Velha da Moina e seus aliados.
    Como as tropas inimigas não estavam prevenidas para o farpão atómico, este ao ser lançado sobre Macieira de Pinga provocou uma "monda" nas tropas inimigas de Casco de Rolha. O bedum largado pelo farpão atómico "infequetuou" o respectivo "tombê" da Tropa Razeira de Vilha Velha da Moina o que facilitou a sua detenção pelas tropas casco rolhenses ficando prisioneiras sem derramamento de pinga e sangue.
    Com as tropas velha moinenses fora de combate fora-lhe confiscado todo o armamento e artesanal de guerra bem como todas as viaturas de combate. O armistício reza que as tropas vencedoras deram arreio às derrotadas e ficam com o domínio da Adega de Pinga Alvarinha de Macieira de Pinga. Reza ainda que Vilha Velha da Moina e seus aliados continuam independentes mas sob tutela de Casco de Rolha e seus aliados.

Primeira Baixa Casco Rolhense na Segunda Grande Guerra do Tintol

    
    É com enorme pesar que o Chefe do Estado Maior das Forças Armadas e Desarmadas de Casco de Rolha, o Marechal Zé Maria Cacete anunciou a primeira baixa nas tropas casco rolhense na Segunda Grande Guerra do Tintol, um artilheiro da 1.ª Esquadra do 4.º Pelotão da Companhia de Tropas Temporais das Tropas Especiais e Temporais de Casco de Rolha.
    O artilheiro encontrava-se a medir a amplitude da manobra a controlar os azimutes quando de repente se lhe rebentou um morteiro de farpão pesado de 80mm na respectiva mão, ficando desfeito em merda. O home antes de se lhe arrefecer o céu da boca conseguiu enxertar cerca de duas meias dúzia de carroças blindada anti-aéreas das Tropas Razeiras de Vilha Velha da Moina. Por se lhe arrefecer o céu da boca em combate vai ser condecorado depois de morto pelo Estado Maior das Forças Armadas e Desarmadas de Casco de Rolha como forma de agradecimento aos serviços prestados em defesa de Casco de Rolha.
    As Tropas Especiais e Temporais nomeadamente o Primeiro Pelotão de Comandos e o Segundo de Aerotransportados vão fazer uma operação secreta de infiltramento no bastião inimigo para desintegrar tudo e obrigar Vilha Velha da Moina e seus aliados a renderem-se e deixarem Casco de Rolha com o dominio de adega de pinga alvarinha de Macieira de Pinga. Esta operação vai ter apoio do Corpo de Fuzileiros da Marinha de Rega e do Destacamento de Pingas Especiais grupo de elite do Corpo de Fuzileiros da Marinha de Rega da Ribeira de Casco.

Começou a Segunda Grande Guerra do Tintol

Já começaram os confrontos em Macieira de Pinga na Segunda Grande Guerra do Tintol. Muito demorou a que começasse a cair molho entre duas potências freguesiais, Casco de Rolha e Vilha Velha da Moina. Após a invasão de Macieira de Pinga por parte das Forças Armadas e Desarmadas de Casco de Rolha, Vilha Velha da Moina responde de imediato com um cerco às tropas casco rolhenses com a sua Tropa Raseira.
Após dias de instabilidade interfreguesial e as câmaras municipais de Vila Nova de Santa Pinga e Casais de Baixo entrarem ao barulho para tentarem mediar o conflito, acabou o sossego e começou a cair purrada. Tudo começou quando um individuo da Tropa Raseira de Vilha Velha da Moina disparou um cartucho de uma carabina sniper de chumba rolas para o ar dos pulmões de um membro das Forças Armadas e Desarmadas de Casco de Rolha que "infequetuava" a guarnição das tropas casco rolhenses. Logo de seguida são disparados 22 tiros de caçadeira para o respectivo ar dos pulmões do militar Velha Moinense. 
Marechal Zé Maria Cacete chefe maior das Forças Armadas e Desarmadas de Casco de Rolha mandou fazer o respectivo "estreamento" dos novos Caças Zundapp RS18 da Freguesial Força Aérea de Casco de Rolha mandando bombardear as tropas velha moinenses com granadas de farpão e ovo podres. Ordenou ainda a invasão de Vilha Velha da Moina com Tropas Comando e meia dúzia de gatos pingados de Fuzileiros da Marinha de Rega de Casco de Rolha. 
Entretanto já se juntaram ao conflito tropas de Operações Especiais de Corno Manso aliadas a Casco de Rolha. Sarrazolas já estava no auxilio ao cerco da Adega de Pinga Madura de Macieira de Pinga. Entretanto juntou-se ao conflito em favor de Vilha Velha da Moina tropas de Vila Quentinha de São Gipado.

Segunda Grande Guerra do Tintol

Está eminente o começo de uma Segunda Grande Guerra do Tintol. Para garantir o fornecimento de pinga para todos os tascos, as Forças Armadas e Desarmadas de Casco de Rolha, com o apoio da Moina de Casco de Rolha e de milicias populares munidas de caçadeiras com lança granadas de farpão, invadem Macieira de Pinga que não ofereceu qualquer resistência.
Após esta invasão, Vilha Velha da Moina como velha aliada de Macieira de Pinga e de forma a garantir também os seus interesses toma medidas e arranca em auxilio de Macieira de Pinga com a sua tropa raseira e declara guerra a Casco de Rolha.
António Pina Balente, presidente da junta de Casco de Rolha, ordenou o encerramento das fronteiras de Casco de Rolha com Vilha Velha da Moina e pediu auxilio aos seus velhos aliados de Corno Manso. A operação de ocupação de Macieira de Pinga começou com a descida do Rio Sarrazola dos Fuzileiros da Marinha de Rega em lancha lenta escoltados por dois botes a remos e respectivo desembarque em Bidões. Após o desembarque em Bidões, atravessam esta freguesia "à lá pate" a correr e ao mesmo tempo que entram em Macieira de Pinga chegam Comandos em viaturas Kubota Auto Xaimite e são lançados os pára-quedistas.
O objectivo central da missão casco rolhense era tomar de assalto a Adega de Pinga Madura de Macieira de Pinga. Após esta tomada de posição, chegam as tropas raseiras de Vilha Velha da Moina e Sarrazolas e "infequetuam" o respectivo cerco do local.
A Câmara Municipal de Vila Nova de Santa Pinga e de Casais de Baixo já entraram ao barulho com medidas do conflito não tendo conseguido nada "inté" ao momento.