Aí está o que é, ninguém se pode rir! Mais uma crónica mais uma farpa à Pata Larga. E agora também ao Lhelho Monelho que lançou a sua saga de crónicas sobre cinema. É mais um para arrear bujardas e responder com contra bujardas, mas o Lhelho Monelho vai ter poucas crónicas para laçar pois existem poucos filmes da empresa cinematográfica de Casco de Rolha.
Mas voltemos ao que me trouxe aqui, desta vez com o meu parceiro de crónicas e vencedor do Rali Vale de Casco de 1987 Dr. Zeca Nespereira. Nesta nova crónica da nossa parceria vamos falar sobre a Ponte Velha um dos monumentos de Casco de Rolha.
O início da sua construção está atribuída a D. Farpas de Menezes Moutinho Segundo Visconde de Casco de Rolha que por sua vez é filho do Primeiro Visconde de Casco de Rolha e pai do Terceiro Visconde de Casco de Rolha. As obras iniciam-se em 1206 ano do arrefecimento do céu da boca de D. Farpas de Menezes Moutinho e terminam no ano de 1208 já no viscondado de D. Toninho de Menezes Moutinho o Terceiro Visconde de Casco de Rolha.
É uma ponte de Estilo Românico toda ela em pedra. É assente num arco de volta perfeita e o seu tabuleiro é "coberto" por uma torre para protecção da mesma. A sua construção deve-se ao facto de antes dela existir a travessia da Ribeira de Casco ser feita numa barca com casco de pau pinho madeira d'árvore e o Segundo Visconde de Casco de Rolha ter medo de atravessar na respetiva barca.
A "Ponte Velha" foi assim "batizada" aquando da construção da primeira ponte sobre o Rio Sarrazolas já em finais do século XIX.
Em 2014 foram colocadas portagens para quem quiser passar na Ponte Velha. Esta medida foi uma das medidas anunciadas no Orçamento Freguesial de 2014. Como esta medida não gerou o graveto pretendido pelo Governo Freguesial, o Secretário Freguesial do Tesouro e Finanças à data Tone Cepa decide criar um sorteio intitulado "Ponte da Sorte".
O sorteio consistia em sortear três bilhetes de portagem por mês. Ao passar na ponte e pagar portagem ficava automaticamente habilitado a ganhar um dos prémios do sorteio que podia ir desde vacas de quatro patas a vacas de duas patas, presuntos pata negra, tratores.
E armandada mais uma crónica vou-me retirar para o Café Tasco Sobe & Desce e o Dr. Zeca Nespereira para a Tasca Lopes para esperar pela contra farpa da Pata Larga ou ver se o Lhelho Monelho arreia mais uma crónica sobre cinema, que eu gosto da saga Estonador Implacável. Beijos às primas e calma que o pai já vai. Eheheh!

























