Crónicas Gambozinas - Cidade de Porto Pistão

   

Sede Polícia Marítima de Porto Pistão
    Aqui vai a minha contra farpa ao Manel Garganta à sua Crónica de Casco de Rolha em parceria com o Dr. Zeca Nespereira. Vou "armandar" assim d'estouro uma farpa com o meu novo sócio o Doutor Mestre Engenheiro Neca Nespereira. O Manel Garganta "até se le vão estorricar os antrefolhos". Esta minha primeira crónica desta saga das Crónicas Gambozinas vai ser sobre a Cidade de Porto Pistão.

    A Cidade de Porto Pistão é a mais antiga e única cidade da Ilha dos Gambozinos. A sua fundação remonta ao período da colonização europeia da Oceânia. Antes da chegada dos europeus ao local onde existe a atual Porto Pistão, existia um grande povoado de povos indígenas, pois este local se encontra plantado à beira mar.

   Os primeiros europeus a chegar à atual Porto Pistão foram os portugueses, logo de seguida foram substituídos por holandeses e ingleses.

    Atualmente Porto Pistão é conhecida por ser um forte centro turístico da Ilha dos Gambozinos. Destacam-se na cidade as seguintes infraestruturas:

  • Porto de Mar de Porto Pistão, grande centro de rotas marítimas comerciais e de cruzeiros;
  • Casino de Porto Pistão, importante local de jogo no Arquipélago dos Pitos d'Almanaque e arredores;
  • Marina de Porto Pistão, onde estão atracados dezenas de iates de luxo de grandes magnatas mundiais;
  • Farol de Porto Pistão, o primitivo orientador de todos os navegadores desta zona do globo terrestre;
  • Ponte do Casino, que liga a parte "continental" à minúscula Ilha Pistão;
  • Ponte de Mar, uma segunda ponte mais recente que liga a Ilha Pistão ao "continente";
  • Hotel Porto de Mar, localizado junto ao Poto de Mar de Porto Pistão é um hotel e 5 estrelas;
  • Câmara Municipal de Porto Pistão, local onde são decididos os rumos políticos de Porto Pistão e da Ilha dos Gambozinos;

    De referir ainda que Porto Pistão é também famosa pelo seu circuito de rua que realiza todos os anos corridas de automobilismo e motociclismo. 

    Arreada a farpa vou com o meu sócio de crónicas, malhar uns canecos para a Tasca Lopes para desanuviar as ideias e fermentar novas ideias para novas crónicas, em parceria e a título individual de Pata Larga.

 

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